segunda-feira, 19 de novembro de 2012

“Deus está movendo a Globo”, afirma pastor; Nova reunião entre líderes e direção da emissora será realizada durante encontro nacional de pastores




A reunião entre líderes evangélicos e o diretor da TV Globo Amauri Soares,realizada na última semana, parece ser o início de um estreitamento de relações.
O jornal Folha de S. Paulo publicou em seu site a informação de que no próximo dia 29/11, um representante da emissora participará de um evento nacional de pastores, que será realizado em Brasília.
No encontro, deverão ser tratados assuntos similares aos que foram abordados na primeira reunião, além da agenda da TV Globo para os eventos ligados ao público evangélico, como as edições regionais e nacional do Festival Promessas.
Segundo o bispo Robson Rodovalho, a liderança evangélica tem visto a aproximação com bons olhos: “Vemos essa aproximação da Globo como um exemplo de maturidade em nome do interesse da sociedade”, declarou à Folha.
Um dos presentes na primeira reunião, Wilton Acosta, pastor da Sara Nossa Terra e presidente da Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (Fenasp), afirmou que trata-se do início de um “importante diálogo”, e revelou planos para a relação entre a liderança cristã e a emissora: “Foi uma ocasião importante para o avanço nos diálogos. Vamos discutir a pauta deles, mas também queremos emplacar a nossa agenda”, declarou o pastor ao site GospelVoice.
Ainda segundo o pastor Acosta, o diretor da TV Globo foi questionado pelos presentes sobre a forma como os evangélicos são descritos nas produções da emissora. Como resposta, ouviram que os autores das atrações possuem liberdade para criar personagens e histórias, e a direção da emissora não interfere nisso. “Não se pode espiritualizar tudo. Deus está movendo a Globo, eles estão cedendo, e isso é fruto de nossas orações de muitos anos”, ponderou o pastor.

domingo, 6 de maio de 2012

Milagre na Assembléia de Deus em Araruna-PB com o Pastor Nelson Carlos









Pastor Nelson Carlos nesta 1ª semana  do mês de Maio realizou um casamento coletivo com 16 casais preparando para o para o Batismo nas águas, para se compre o desejo  dos mesmo a estar em comunhão com a Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Araruna, os irmãos se reuniram na sede provisória para se deslocarem ao lugar onde desceram 26 pessoas as águas batismais, para muitos era comprimento de promessa já esperado para alguns, onde ouve o mover de Deus no momento em  que o Pastor Dutra estava ministrando a Palavra.
O batismo foi realizado no sítio lagoa da serra na residência do Diácono Sejo Gomes, um casal  aceitou Jesus como Salvador de sua alma, em Araruna o obra de Deus está crescendo é um puro e verdadeira Milagre de Deus. 
       Redação Pb Francisco Rocha      
 Edição Roberto Cabral 
Fotos Roberto Cabral 
    

sábado, 21 de abril de 2012

Qual o significado da palavra “Bíblia”?

Bíblia é uma palavra de origem Grega que significa “rolo” ou “livros”.


Para nós, Cristãos, as Escrituras Sagradas são o conjunto de livros, divinamente inspirados, a partir dos quais podemos entender melhor tanto o que Deus espera de nós quanto as maravilhas que Ele nos tem preparado.
2 Timóteo 3.16: Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça.”
O Antigo Testamento foi quase inteiramente escrito em Hebraico e o Novo Testamento em Grego. Utilizou-se também a língua Aramaica para escrever alguns poucos trechos.
Consideramos a Bíblia Sagrada como sendo a vontade de Deus escrita para a humanidade. Independentemente de religião e da crença em Deus, podemos encontrar nos textos Bíblicos muitos ensinamentos que prezam por bons princípios e normas de moral.
2 Pedro 1.21: porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo.”

domingo, 4 de março de 2012

Dai de Graça o que Recebeste de Graça

DE GRAÇA RECEBESTE, DE GRAÇA DAI

"PEDRO, PORÉM, LHE DISSE: NÃO POSSUO NEM PRATA NEM OURO, MAS O QUE  TENHO, ISSO TE DOU: EM NOME DE JESUS  CRISTO, O NAZARENO, ANDA!"
(Atos dos apóstolos, 3:6)



A saúde é melhor do que a prata e o ouro; mas a saúde da alma ainda é melhor que a do corpo. Quando DEUS parece recusar-nos os objetos que desejamos, dá-nos outros objetos melhores que os desejados. Se DEUS se inclinasse por proporcionar-nos dons não melhores do que aqueles que promovem o nosso bem-estar espiritual, e não aquele que tão usualmente desejamos, jamais obteria os seus mais ricos dons. Podemos considerar aqui alguns trechos bíblicos sobre o ato de dar, como por exemplo:
"...DÁ A TODO O QUE TE PEDE..."(Lucas, 6:30). " SERVIR UNS AOS OUTROS, CADA UM CONFORME O DOM QUE RECEBEU, COMO BONS DESPENSEIROS DA MULTIFORME GRAÇA DE DEUS" (1 Pedro, 4:10), e "...DE GRAÇA RECEBESTE, DE GRAÇA DAÍ" (Mat. 10:8).
Uma das lições centrais deste versículo é obviamente que DEUS quer que todo o indivíduo, de daquilo que lhe foi dado, porquanto os dons não são dados por DEUS para nosso próprio aprazimento, ou apenas para o benefício pessoal daqueles que os recebem. Pelo contrário, os dons são conferidos para benefício alheio, sem importar-se se trata do dom da mordomia, da cura, da profecia, do ensino, ou qualquer outro dom. Pedro, por exemplo, possuia muitos dons, alguns deles miraculosos, deu do que possuia e o munfo foi parcialmente transformado pela vida daquele homem. Na igreja cristã existem muitos membros e muitos dons espirituais, e cada um desses dons é exercido para benefício do mundo exterior, a fim de que os homens possam ser convencidos de que JESUS é o Salvador, achegando-se a Ele, a fim de que possam ser também espiritualmente dotados. A respeito, recomendo ver todo o quarto capítulo da epístola aos Efésios e os capítulos doze e catorze da primeira epístola aos Corintíos, acerca dissso. A propósito, o décimo terceiro capítulo desta última epístola enfatiza o fato de que nenhum dos dons espirituais vale coisa alguma, a menos que seja exercido na verdadeira atitude do amor cristão, qualidade essa que, acima de tudo, busca o bem alheio, e nao apenas o seu próprio bem e conforto. Os dons são conferidos essencialmente com um grande alvo, o qual é: "ATÉ QUE TODOS CHEGEUMOS A UNIDADE DA FÉ E DO PLENO CONHECIMENTO DO FILHO DE DEUS, À PERFEITA VARONILDADE, À MEDIDA DA ESTATURA DA PLENITUDE DE CRISTO"
Por conseguinte, CRISTO é o alvo de todos os dons e exercícios espirituais. Os homens são totalmente transformados segundo a sua imagem, e participam de sua natureza e plenitude, assim compartilhando da natureza divina, nos aspectos morais e metafísicos, dos quais CRISTO também compartilha.
"PELAS QUAIS NOS TÊM  SIDO DOADAS AS SUAS PRECIOSAS E MUI GRANDES PROMESSAS, PARA QUE POR ELAS VOS TORNEIS CO-PARTICIPANTES DA NATUREZA DIVINA, LIVRANDO-VOS DA CORRUPÇÃO DAS PAIXÕES QUE HÁ NO MUNDO" (2 Pedro, 1:4).
Os dons espirituais que DEUS propicia aos homens, para sua auto-iluminação e benefício, bem como para iluminação e benefício dos outros, são todos calculados para transformar os remidos segundo a imagem de CRISTO, o que é o autêntico destino humano.
Por conseguinte, é um crime contra nosso próprio destino e contra o propósito pelo qual vivemos, negligenciar os nossos dons, ocultando-os, ou usá-los com propósitos egoísticos. A ordem "ANDA" dada por Pedro e João, pareceria extremamente ridícula, se não residisse nesses apóstolos um poder espiritual gigantesco; pois aquele homem era aleijado desde o nascimento e já estava nessa condição há mais de quarenta anos. (Atos, 4:22). Essa energia curadora teria de ser capaz de realmente criar, como também transformar. Houve a criação de ossos e músculos, onde antes não os havia. O Senhor JESUS multiplicou pequena quantidade de pães e de peixes em uma grande quantidade desses alimentos; e isso foi um ato de criação. Outro tanto necessariamente estava envolvido neste milagre de cura. O poder curador atingiu o coxo como um raio, com um efeito instantâneo e completo. Pedro preferiu apenas uma palavra, e sucedeu conforme ele disse. Tudo isso comprovava a realidade do caráter messiânico de JESUS, bem como do dom do ESPÍRITO SANTO.
"E TODOS NÓS, COM O ROSTO DESVENDADO, CONTEMPLAMOS, COMO POR ESPELHO, A GLÓRIA DO SENHOR, SOMOS TRANSFORMADOS, DE GLÓRIA EM GLÓRIA, NA SUA PRÓPRIA IMAGEM, COMO PELO SENHOR, O ESPÍRITO"  (2 Co. 3:18).

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Igreja de Pérgamo


Carta à Igreja de Pérgamo




 “ Ao anjo da igreja que está em Pérgamo escreve: Isto diz aquele que tem a espada aguda de dois gumes: Sei onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; mas reténs o meu nome e não negaste a minha fé, mesmo nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita. Entretanto, algumas poucas coisas tenho contra ti; porque tens aí os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, introduzindo-os a comerem das coisas sacrificadas a ídolos e a se prostituírem. Assim tens também alguns que de igual modo seguem a doutrina dos nicolaítas. Arrepende-te, pois; ou se não, virei a ti em breve, e contra eles batalharei com a espada da minha boca. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao vencedor darei do maná escondido, e lhe darei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe ”. (Apocalipse 2.12-17).
A guerra implícita
Todas as cartas às sete igrejas da Ásia incluem uma promessa “ao vencedor” (2.7, 11, 17, 26; 3.5, 12, 21). Se é possível vencer ou ser derrotado, significa que existe uma guerra em andamento. Isto fica evidente na carta à igreja de Pérgamo pelo destaque que se dá à espada (2.12,16) e pelo uso do verbo “batalhar” (2.16).
Aquelas igrejas estavam em constante combate, não entre si, mas contra Satanás (2.9, 10, 13, 24; 3.9), que se fazia representar de várias formas e com diversas estratégias. Tal realidade não é diferente da nossa. Também somos igrejas do Senhor e estamos na frente de batalha.
Os soldados de cada lado
Assim como Deus usa homens para realizar muitos de seus propósitos, o inimigo também usa. Por quem ser usado é uma questão da escolha que cada pessoa faz. Pelo lado do bem, o texto nos apresenta o exemplo de Antipas, fiel testemunha do Senhor (2.13). Pelo lado mau, temos os nomes simbólicos de Balaão e Balaque (2.14), representando o poder religioso e político respectivamente. O versículo 15 contém a presença discreta de um tal Nicolau, outro líder religioso. O diabo sempre tenta utilizar todo tipo de influência para nos atacar ou perseguir. Se ele puder usar líderes religiosos ou governantes, ele o fará com proveito. Não podemos cometer o erro da generalização, condenando todos os religiosos ou políticos, mas sabemos que através de heresias, falsas doutrinas, leis injustas e decisões arbitrárias, o povo de Deus tem sido prejudicado e perseguido durante a história.
O campo de batalha
Aquela igreja estava no território do inimigo. Satanás habitava naquele lugar e ali estava o seu trono (2.13). Deus não mandou a igreja se mudar dali, pois ele precisava de fiéis testemunhas naquela cidade. Aquele local era desconfortável. A perseguição era intensa, mas a igreja não podia ir embora. Muitos servos de Deus, ainda hoje, estão em lugares difíceis, mas devem ser luz no meio das trevas.
Vitória sobre os ataques diretos (2.13)
O objetivo do maligno é destruir as nossas almas. Para isso, ele tenta nos fazer desviar do caminho do Senhor. Esta é a ênfase de Ap.2.13. A igreja foi tentada a negar a fé e renunciar ao nome de Jesus. Entretanto, foi vitoriosa, pois manteve sua posição. A guerra, porém, ainda não havia terminado.
Derrota diante das influências sutis (2.14-15).
Se Satanás não consegue nos tirar do caminho, ele colocará tropeços à nossa frente, conforme se vê no versículo 14. Se ele não consegue nos tirar a fé, tentará fazer acréscimos à nossa doutrina, inserindo seu veneno de forma sutil. Se você resolve não abandonar a igreja, ele tentará armar seus laços lá dentro mesmo. Se ele não nos vence pelo mundanismo, tentará nos conduzir a um tipo de religiosidade vazia, infrutífera e inútil. Mesmo não negando o nome de Jesus, ainda corremos o risco de sermos apenas cristãos nominais.
A experiência de Israel (Num.22 a 25) é lembrada no versículo 14 como alerta para a igreja de Pérgamo. Os moabitas, súditos de Balaque, não tinham poder militar para enfrentar os israelitas. Balaão, por sua vez, não podia amaldiçoar o povo de Deus. Então, usaram outra estratégia: uma aparência de amizade. Ofereceram comida, carinho e afeto aos filhos de Israel. Assim, eles comeram alimentos sacrificados aos ídolos e se prostituíram. Tal estratagema teve alto nível de eficácia, pois levou ao pecado e à morte milhares de pessoas do povo de Deus.
A participação dos israelitas em cerimônias idólatras pode ser comparada ao ecumenismo tão difundido atualmente. Devemos amar e respeitar todas as pessoas, mas misturar o culto a Deus com a idolatria não é aceitável. Observamos que, passados tantos séculos entre a experiência de Israel e o Apocalipse, a estratégia do inimigo continua a mesma. Eis uma das razões pelas quais o Antigo Testamento continua útil.
Aqueles cristãos de Pérgamo tinham apresentado grande resistência aos ataques diretos (2.13), mas alguns sucumbiram diante das influências sutis (2.14-15). Continuaram dentro da igreja, mas seguiam uma doutrina estranha. Foram vitoriosos em um momento (2.13) e derrotados em outro (2.14-15), quando permitiram que “poucas coisas” (2.14) fossem semeadas pelo inimigo. Não é preciso muito fermento para levedar a massa.
Muitos cristãos hoje não negam sua fé (2.13), mas caem na prostituição, no adultério ou em outras relações ilícitas (2.14). Estão sendo vencidos pelo Diabo do mesmo jeito.
Nova oportunidade
Apesar das derrotas sofridas, ainda havia esperança para aquele povo. O Senhor disse à igreja: “Arrepende-te” (2.16). Queres vencer Satanás? Arrepende-te do pecado. O arrependimento é acompanhado pelo perdão. Esta é a única forma de reverter a situação. Outras batalhas virão e precisam ser vencidas. Pior do que cair é desistir de caminhar. Se caíste, levanta-te e prossegue no caminho do Senhor. Só o arrependimento, a mudança de atitude, o abandono do pecado, nos coloca de volta à posição de vitória.
A recompensa final
Em Ap.2.17 vemos o fim triunfal para os vencedores. Aqueles que renunciaram à comida dos ídolos (2.14), comerão do maná escondido (2.17). O maná é a provisão divina para as necessidades humanas. É o alimento celestial que traz sustento e satisfação para as nossas almas, algo que o mundo não pode oferecer.
Esse texto fala de experiências pessoais e intransferíveis. Embora a batalha seja da igreja, a recompensa é individual. Por isso está no singular: “Ao vencedor...”. O último versículo da carta se refere a experiências sobrenaturais com Deus, reservadas para aqueles que resistiram às ofertas do maligno ou se arrependeram de tê-las recebido. Existe um tom de mistério no texto. O maná está “escondido” e o novo nome só será conhecido por aquele que o receber. Temos aí o aspecto de segredo que sempre envolve o galardão reservado para os justos.
“ As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para aqueles que o amam ” (ICo.2.9).

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Inauguração da Congregação da CEAPI dia 11 de Fevereiro de 2012


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Foi Inaugurada neste Sábado de 11 de Fevereiro de 2012 pelo Pastor Nelson Carlos a Congregação do Conjunto CAPI Dirigente Pr Dutra e comperadores Pb Antônio Ailton,  Pb Antônio de Góz, Dc Ricardo Máximino e Auxiliar de trabalho Felipe

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Plano da Salvação


Plano de Salvação

Deus ao criar o ser humano o fez perfeito e completo. Coroa de Sua criação. Imagem e semelhança Sua. E, desta forma, Sua obra não estaria completa acaso o ser humano fosse incapaz de tomar decisões por si próprio, de executar as ações decorrentes destas decisões, bem como de entender as conseqüências de seus atos. Neste contexto disse Deus ao homem:
"... De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás" (Gênesis 2:16-17 ACF)
Mas, a serpente disse:
"... Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal" (Gênesis 3:4-5 ACF)
E preferiu o ser humano crer na serpente a crer em Deus. Faltou-lhe fé em Deus. Faltou-lhe obediência a Deus. E por este pecado, o maior de todos, a falta de fé no Deus Verdadeiro, foi o ser humano expulso do paraíso e fez-se separação entre Deus e os homens:
"Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça" (Isaías 59:2 ACF)
E o pecado e todo o mal entraram para a natureza humana e isto lhe causou, por condenação divina, a morte. Pois, mesmo tendo Deus, desde o início, advertido o homem do resultado da desobediência: "Se comeres, certamente morrerás...", ainda assim o homem, dando ouvidos à serpente, ignorou o aviso e, portanto, merecendo foi condenado por suas ações.
Mas, apesar do pecado e da maldade e da escuridão do coração humano, Deus em Sua infinita misericórdia nos amou a ponto de, mesmo estando nós mortos em nossos pecados, providenciar o meio para que pudéssemos nos salvar da condenação eterna causada por nossos pecados. E esta salvação exige que nós venhamos a nascer novamente:
"Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus" (João 3:3 ACF)
Mas, que tipo de nascimento é este?
Certamente não é um nascimento físico, pois se nasce apenas uma vez, mas sim, um nascimento espiritual, um milagre de Deus, um segundo nascimento durante a vida:
"... Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus" (João 3:5 ACF)
E de que forma podemos passar por este novo nascimento e ter acesso ao reino dos céus?
Existem alguns passos a serem dados de modo a que cheguemos a este novo nascimento, e Deus em sua infinita sabedoria os fez bastante simples, de modo que qualquer pessoa independentemente de seu grau de instrução possa segui-los e vir a se salvar da condenação eterna:
1º passo: Você deve se reconhecer como um pecador. Para Deus nenhum pecado é admitido, pois qualquer pecado condena por todos os pecados:
"Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos" (Tiago 2:10 ACF)
Não há qualquer pessoa no mundo que não tenha pecados:
"Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus... Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Romanos 3:10-11,23 ACF)
Você se reconhece como sendo um pecador? Você sente que necessita da misericórdia e do amor de Deus? Se sim prossigamos...
2º passo: Deus pede que você se arrependa de seus pecados:
"... se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis" (Lucas 13:5 ACF)
Mas:
"Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito" (Salmo 34:18 ACF)
Confesse agora os seus pecados a Deus. Apresente-se a Ele com o coração aberto e quebrantado. Arrependa-se sincera e profundamente de seus maus caminhos e entregue o comando de sua vida ao Senhor.
3º passo: Creia que Deus enviou Seu filho unigênito para cumprir a pena que seria sua!
"Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:8 ACF)
Creia profundamente no amor de Deus. Creia completamente no amor de Jesus Cristo, que veio e pagou com Sua vida na cruz para que você hoje possa ficar livre da condenação eterna e receber graciosamente a vida eterna! E para isto basta crer:
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16 ACF)
Deus amou o mundo, e em especial a você, de uma tal maneira, qual seja, completamente, sem restrições, com um amor infinito, em tal proporção que deu seu filho unigênito para que morresse na cruz, para que todo aquele que nele crê, com um coração arrependido e quebrantado, não pereça, mas tenha a vida eterna! Que promessa maravilhosa! Que amor maravilhoso Deus tem por nós!
4º passo: Receba a Cristo como Senhor de sua vida e faça parte AGORA da família de Deus:
"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome" (João 1:12 ACF)
Todos os salvos são parte de uma mesma família, uma família que está destinada a estar ao lado de Deus, gozando de prazeres, delícias e maravilhas indescritíveis por toda a eternidade!
E não é necessário fazer nada para receber tão grandioso presente. Basta que você se arrependa dos seus pecados e creia no sacrifício que Jesus fez por você. É isto mesmo, nada do que você tenha feito ou que possa vir a fazer tem qualquer valor para Deus no que concerne à remissão de seus pecados:
"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2:8-9 ACF)
Coloque neste momento sua fé no único que pode te salvar:
"E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4:12 ACF)
Entregue o seu caminho ao Senhor Jesus, tranqüilize seu coração e viva uma vida de alegria mesmo nos momentos mais difíceis, encontre enfim a paz que você sempre procurou, atenda AGORA ao chamado de Jesus:
"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve" (Mateus 11:28-30 ACF)
Se você sentiu em seu coração uma imensa alegria, se você permitiu que o Senhor Jesus Cristo fizesse em você o milagre do nascer de novo, então, peço que você ore a Deus neste momento. Ore mais ou menos com estas palavras:
"Senhor meu Deus, peço de todo o coração que o Senhor me conceda o dom gratuito da vida eterna e que o teu Espírito Santo venha habitar em meu coração. Reconheço que sou um pecador e que não mereço tamanho presente, mas coloco, deste momento em diante, a minha confiança em ti e no sacrifício supremo que Jesus Cristo fez por mim na cruz do Calvário.
Recebo neste momento a Jesus Cristo, Teu Filho, como Senhor e Salvador de minha vida, e peço que o Senhor me conceda a força necessária para segui-lO por toda a minha vida. Esta é a oração que Te faço em nome de Jesus Cristo. Amém"
Se você foi realmente sincero ao fazer a oração acima, esta foi a oração mais importante de toda a sua vida!!! Você acabou de passar da morte para a vida, das trevas para a luz!

Carnaval O que diz a Palavra de Deus


Carnaval O que diz a Palavra de Deus  

Antes de mais nada, gostaria de trabalhar a palavra 'Carnaval' e depois meditarmos dentro da ótica bíblica

Origem e antiguidade clássica. A origem do carnaval é também objeto de controvérsia, mas tem sido freqüentemente atribuída à sobrevivência e evolução do culto de Ísis, das bacanais, lupercais e saturnais romanas, das festas em homenagem a Dioniso, na Grécia, e até mesmo das festas dos inocentes e dos doidos, na Idade Média. Por sucessivos processos de deformação e abrandamento, essas festas teriam dado origem aos carnavais dos tempos modernos, como os que se realizam em Nice, Paris, Roma, Veneza, Nápoles, Florença, Munique e Colônia. Independentemente de sua origem, é certo que o carnaval já existia na antiguidade clássica e até mesmo na pré-clássica, com danças ruidosas, máscaras e a licenciosidade que se conservam até a época contemporânea.

Idade Média. A Igreja Católica, se não adotou o carnaval, teve para com ele alguma benevolência. Tertuliano, são Cipriano, são Clemente de Alexandria e o papa Inocêncio II foram grandes inimigos do carnaval mas, no século XV, o papa Paulo II foi muito mais tolerante e chegou a autorizar o uso da Via Lata, diante de seu palácio, como palco do carnaval romano, com corridas de cavalos, carros alegóricos, batalhas de confetes, corrida de corcundas, lançamento de ovos e outros folguedos populares'.

Ótica na Palavra de Deus
Falar contra o carnaval é enfrentar a correnteza rio acima. É uma pena que o aspecto cultural dos desfiles está tomado pela exploração do sexo. O ritmo diferente e contagiante do samba, as alegorias e representações da história e da cultura brasileira, poderiam ser exportados para o benefício do país. Mas...

Dizem que carnaval é alegria do povo, expressão da cultura e folclore popular. Se fosse só isto, o Salmo 150 até poderia ser um convite para esta festa: 'louvem o Eterno com pandeiros e danças'. Mas a euforia do carnaval desde sua origem até nossos dias tem mostrado que o melhor mesmo é ser contagiado pela tristeza pois este sentimento ao menos pode levar a Deus.

Dedicado ao Momo, deus da mitologia grega que representa a zombaria e o sarcasmo, o carnaval brasileiro debocha dos princípios morais de maneira escandalosa. Apoiada pela televisão sem nenhuma ou pouca censura, a 'festa da globeleza' alimenta a tara sexual e faz o governo distribuir gratuitamente camisinhas aos foliões com o dinheiro dos contribuintes fiéis às suas esposas.Nos Estados Unidos, onde a liberdade de imprensa é constitucional, e quase cada cidadão sabe na ponta da língua a emenda número um, que define a liberdade de expressão, há formas e conteúdos de programas e comerciais que são regulados pelo FCC (equivalente ao nosso Ministério das Comunicações). Isso está baseado em teorias de comunicação comprovadas por pesquisa, no que diz respeito ao impacto dos meios de comunicação de massa, particularmente da TV.

Algumas dessas teorias são: A teoria da Decensitização, do Uso e Gratificações, de Influências Seletivas, de Acumulação de Mínimos Efeitos, e outras. Propagandas de cigarro e bebidas alcoólicas não estão na programação das grandes redes nacionais de sinal aberto. E o clip de chamada do carnaval, com a 'globeleza,' nem pensar. E olha que nos EUA, como em todo o lugar, o sistema de comunicação está 'assim' com o poder econômico .

Na verdade o cristão tem motivos de sobra para se alegrar 'porque a vida sempre é agradável para as pessoas que têm um coração alegre' (Provérbios 15:15). É uma alegria que vem da fé num Deus vivo e não num deus morto (Momo é um deus morto que conforme a mitologia foi expulso do Olimpo para ser na Terra o rei dos loucos). Já dizia a Bíblia que os loucos pecam e não se importam (Provérbios 14:9). Por ser o carnaval uma reedição moderna das religiões pagãs e um convite à promiscuidade, por ser uma festa que destrói o casamento e a família, por ser um 'louvor à carne' que antecede à festa da Páscoa ofendendo o único Deus que se fez homem, morreu e ressuscitou para oferecer a alegria que não acaba, certamente o cristão tem outros motivos para festejar 'com pandeiros e danças'. Além de ser algo saudável para a sua fé, é um testemunho para este mundo infeliz que tanto Deus ama.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Deveriam os Cristãos Guardar o Sábado Hoje em Dia?

Deveriam os Cristãos Guardar
o Sábado Hoje em Dia?
O Que a Bíblia Diz?

No Velho Testamento, Deus ordenou aos israelitas que santificassem o dia do sábado e não trabalhassem nesse dia.  Deveriam os cristãos de hoje, também, descansar  e adorar no dia do sábado?  Muitos grupos religiosos (Adventistas do Sétimo Dia, por exemplo) ensinam que deveríamos.  O que a Bíblia diz?

Em Êxodo 20:8-11 Deus ordenou aos judeus que guardassem o dia do sábado (veja nota 1).  No Novo Testamento, vemos que as leis do Velho Testamento eram para continuar somente até a morte de Cristo.  (Nas passagens seguintes, a ênfase está acrescentada para esclarecer o sentido).

Efésios 2:14-15
"Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derrubado a parede da separação que estava no meio, a inimizade, aboliu na sua carne a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse em si mesmo um novo homen, fazendo a paz."  Esta passagem mostra que Cristo aboliu a "lei dos mandamentos".  Desde que a guarda do sábado era um  destes mandamentos, e não foi incluída no Novo Testamento, não necessitamos guardar o sábado.

Romanos 7:4-7
"Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, e deste modo frutifiquemos para Deus.  Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei, operavam em nossos membros a fim de frutificarem para a morte.  Agora porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra.  Que diremos pois?  É a lei pecado?  De modo nenhum.  Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera:  Não cobiçarás."  Esta passagem claramente diz que morremos para a lei e estamos, portanto, "libertos da lei".  A lei de que Paulo falava incluía os dez mandamentos, porque no versículo 7 ele citou: "Não cobiçarás" como uma das leis. (Veja Nota 2).

2 Coríntios 3:6-11
"O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.  E se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, como não será de maior glória o ministério do Espírito?  Porque se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça.  Porquanto, na verdade, o que outrora foi glorificado, neste respeito já não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória.  Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente."  Aqui Paulo está comparando o ministério da morte e da condenação com o ministério do Espírito e da justiça.  O ministério da morte estava desaparecendo, mas o ministério do Espírito estava continuando.  Mas qual era o ministério da morte e da condenação que estava desaparecendo?  Era o ministério "gravado com letras nas pedras".  Se cremos no Novo Testamento, temos que acreditar que a revelação escrita nas pedras, no Velho Testamento (os dez mandamentos), já morreu. Esta passagem afirma isso claramente.
Gálatas 3:15-5:4
Gálatas 3:19­  "Qual, pois, a razão de ser da lei?  Foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa, e foi promulgada por meio de anjos, pela mão de um mediador."  Se a lei foi acrescentada até que Cristo veio, então o domínio da lei parou quando Cristo veio.

Gálatas 3:24-25­  "De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé.  Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio."  A lei foi nosso instrutor, para levar-nos a Cristo, mas agora que Cristo veio, "já não permanecemos subordinados ao instrutor".

Gálatas 4:1-5­  "Digo, pois, que durante o tempo em que o herdeiro é menor, em nada difere de escravo, posto que é ele senhor de tudo.  Mas está sob tutores e curadores até ao tempo predeterminado pelo pai.  Assim também nós, quando éramos menores, estávamos servilmente sujeitos aos rudimentos do mundo; vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos."  A lei foi dada para a infância do povo de Deus.  Cristo veio para nos adotar como filhos e redimir-nos da lei.

Gálatas 4:24,31­ "Estas cousas são alegóricas: porque estas mulheres são duas alianças; uma, na verdade, se refere ao monte Sinai, que gera para escravidão; esta é Hagar. . . .  E assim, irmãos, somos filhos não da escrava, e, sim, da livre."  Neste trecho, Paulo compara a lei dada no Sinai com Hagar (a mulher escrava), e a nova aliança com Sara (a esposa livre).  Ele diz claramente que somos da mulher livre e não da mulher escrava.  Portanto, estamos sob a nova aliança e não sob a aliança do Monte Sinai, que incluiu os dez mandamentos.  Por favor, estude cuidadosamente este assunto, por completo.

Gálatas 5:4­  "De Cristo vos desligastes vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes."  A conseqüência da volta para a lei é que decaímos da graça.
Hebreus 7-10
Hebreus 7:12­  "Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei."  A lei foi mudada.

Hebreus 7:18-19­  "Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade (pois a lei nunca aperfeiçoou cousa alguma) e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus."  A antiga aliança foi revogada.

Hebreus 8:7-13­  "Porque, se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado lugar para segunda.  E, de fato, repreendendo-os, diz:  Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá, não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até fora da terra do Egito; pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor.  Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor.  Nas suas mentes imprimirei as minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.  E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão dizendo:  Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.  Pois, para com as suas iniqüidades usarei de misericórdia, e dos seus pecados jamais me lembrarei.  Quando ele diz Nova, torna antiquada a primeira.  Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido, está prestes a desaparecer."  Temos uma nova aliança.  Por que voltar para a velha?

Hebreus 9:4­  "Ao qual pertencia um altar de ouro para o incenso, e a arca da aliança totalmente coberta de ouro, na qual estava uma urna de ouro contendo o maná, a vara de Arão, que floresceu, e as tábuas da aliança."  A aliança a que ele tem se referido inclui as "tábuas da aliança": os dez mandamentos.

Colossenses 2:16-17
"Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das cousas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo."  Talvez seja este o texto mais importante de toda esta discussão, porque ele claramente menciona o dia do sábado como parte da sombra que foi substituída por Cristo. (Veja Notas 3 e 4).  O sábado não é, para nós, hoje, mais  parte do padrão de Deus do que a conservação do festival da lua nova.  Ambos foram partes da aliança do Velho Testamento, que foi substituída pela nova aliança de Cristo.

Os cristãos de hoje têm que seguir o Novo Testamento, que não ordena que qualquer dia seja completamente posto de lado como um dia de descanso, mas sim, mostra o padrão dos cristãos reunindo-se para adorar juntos nos domingos (Atos 20:7; 1 Coríntios 16:1:2).  (Veja Notas 5 e 6).

Nota 1:
O sábado era só para os judeus.
Muitas passagens mostram que o mandamento para guardar o sábado foi dado somente aos judeus.  Por exemplo:

· Êxodo 31:12-18­  "Disse mais o Senhor a Moisés:  Tu, pois, falarás aos filhos de Israel, e lhes dirás:  Certamente guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica.  Portanto guardareis o sábado, porque é santo para vós outros:  aquele que o profanar, morrerá; pois qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo.  Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do repouso solene, santo ao Senhor; qualquer que no dia do sábado fizer alguma obra morrerá.  Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações.  Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou e tomou alento.  E, tendo acabado de falar com êle no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus."  Aqui ele afirmou que o sábado era entre Deus e os filhos de Israel.

· Deuteronômio 5:1-3, 12­  "Chamou Moisés a todo o Israel, e disse-lhe:  Ouvi, ó Israel, os estatutos e juízos que hoje vos falo aos ouvidos, para que os aprendais e cuideis em os cumprirdes.  O Senhor nosso Deus fez aliança conosco em Horebe.  Não foi com nossos pais que fez o Senhor esta aliança, e, sim, conosco, todos os que hoje aqui estamos vivos...Guarda o dia de sábado, para o santificar, como te ordenou o Senhor teu Deus."  A aliança que incluía o dia do sábado foi exclusivamente feita com os israelitas e com ninguém mais.

· Ezequiel 20:10-12­  "Tirei-os da terra do Egito e os levei para o deserto.  Dei-lhes os meus estatutos, e lhes fiz conhecer os meus juízos, os quais cumprindo-os o homem, viverá por eles.  Também lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica." Aqueles a quem a lei do sábado foi dada foram o povo de Israel, aqueles que foram resgatados do Egito.

Às vezes, os adventistas mostram que Deus descansou no sétimo dia da criação (Gênesis 2:1-3).  E daí eles deduzem que aos homens foi ordenado que  guardassem o sábado desde o tempo da criação.  Mas nenhuma passagem afirma isso.  De fato, a primeira vez que lemos sobre homens guardando o sábado, ou  um mandamento para os homens guardarem o sábado, é em Êxodo 16, depois que Moisés tinha guiado os israelitas para fora do Egito.  Gênesis 2 mostra que Deus descansou no sétimo dia, mas não ordena que os homens guardem o sétimo dia.  De fato, a Bíblia nunca ordenou aos gentios que guardassem o sábado ­ somente os judeus ­  desde o tempo de Moisés até Cristo.

Nota 2:
Há diferença entre lei moral e lei cerimonial?
O Novo Testamento mostra que os cristãos não estão mais sob a obrigação de guardar a lei do Velho Testamento.  Os adventistas e outros tentam escapar do significado destes textos, inventando a diferença entre a lei moral, que eles chamam a lei de Deus, e a lei cerimonial, que eles chamam a lei de Moisés.  Normalmente, eles ensinam que a lei cerimonial foi abolida por Cristo (assim não guardamos a Páscoa nem oferecemos sacrifícios de animais) mas a lei moral ainda está vigente.  Esta distinção não está na Bíblia.

A Bíblia usa as expressões lei do Senhor e lei de Moisés, sem fazer distinção, nos mesmos casos:

· 2 Crônicas 34:14­  "Quando se tirava o dinheiro que se havia trazido à casa do Senhor, Hilquias, o sacerdote, achou o Livro da Lei do Senhor, dada por intermédio de Moisés."

· Esdras 7:6­  "Ele era escriba versado na lei de Moisés, dada pelo Senhor Deus de Israel; e, segundo a boa mão do Senhor seu Deus, que estava sobre ele, o rei lhe concedeu tudo quanto lhe pedira."

· Neemias 8:1, 8, 14, 18­  "Em chegando o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel. . . .  Leram no Livro, na lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia. . . .  Acharam escrito na lei que o Senhor ordenara, por intermédio de Moisés, que os filhos de Israel habitassem em cabanas, durante a festa do sétimo mês. . . .  Dia após dia leu Esdras do livro da lei de Deus, desde o primeiro dia até ao último; e celebraram a festa por sete dias; no oitavo dia houve uma assembléia solene, segundo o prescrito."

· Neemias 10:29­  "Firmemente aderiram a seus irmãos, seus nobres convieram numa imprecação e num juramento, de que andariam na lei de Deus, e que foi dada por intermédio de Moisés, servo de Deus; de que guardariam e cumpririam todos os mandamentos do Senhor, nosso Deus, e os seus juízos e os seus estatutos."

Em diversas ocasiões,"mandamentos cerimoniais" eram chamados de lei do Senhor:  Sacrifícios de animais, sacerdócio, dias de festas (2 Crônicas 31:3-4), a festa dos tabernáculos (Neemias 8:13-18), a consagração dos primogênitos e as oferendas para purificação depois do parto (Lucas 2:23-24).  Em outras ocasiões, as leis morais eram ditas como vindo de Moisés.  Por exemplo, o mandamento para honrar os pais (Marcos 7:10).  Para simplificar, a distinção entre a lei cerimonial  de Moisés e a lei de Deus é uma invenção da teologia adventista.  Não é encontrada na Bíblia.

Nota 3:
O dia do sábado de Colossenses 2:16 é o sábado semanal.

Algumas vezes, quando confrontados com Colossenses 2:16, que ensina que o dia do sábado foi uma parte da sombra que foi substituída por Cristo, os adventistas replicam que Colossenses 2:16 está se referindo aos "sábados anuais", e não aos "sábados semanais."  A verdade é que o termo sábado é usado na Bíblia quase exclusivamente para os sábados semanais e é a própria palavra usada pelo Senhor quando ele deu os dez mandamentos.  A única festa anual, para a qual a palavra sábado foi aplicada, é o Dia da Expiação (Levítico 16:31-32).

Olhem cuidadosamente a lista dos tipos de "sombra" em Colossenses 2:16: "comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados".  Depois de mencionar comida e bebida, ele (Paulo) também menciona festas (celebrações anuais), lua nova (celebrações mensais) e sábados (celebrações semanais).  [E, interessante, muitos adventistas tentam manter as mesmas regras do Velho Testamento sobre comida  (estude Marcos 7:19 e Atos 10:9-16)].  Repetidamente, este agrupamento anual, mensal e semanal (às vezes diário) de festas é feito na Bíblia:

· 1 Crônicas 23:30-31­  "Deviam estar presentes todas as manhãs para renderem graças ao Senhor, e o louvarem; e da mesma sorte à tarde.  E para cada oferecimento dos holocaustos do Senhor, nos sábados, nas luas novas, e nas festas fixas, perante o Senhor, segundo o número determinado."

· 2 Crônicas 2:4­  "Eis que estou para edificar a casa ao nome do Senhor meu Deus e lha consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e lhe apresentar o pão contínuo da proposição, e os holocaustos da manhã e da tarde, nos sábados, nas luas novas e nas festividades do Senhor nosso Deus; o que é obrigação perpétua para Israel."

· 2 Crônicas 8:13­  "E isto segundo o dever de cada dia, conforme o preceito de Moisés, nos sábados, nas luas novas e nas festas fixas, três vezes no ano:  na festa dos pães asmos, na festa das semanas e na festa dos tabernáculos."

· 2 Crônicas 31:3­  "A contribuição que fazia o rei da sua própria fazenda era destinada para os holocaustos, para os da manhã e os da tarde, e para os holocaustos dos sábados, das luas novas e das festas fixas, como está escrito na lei do Senhor."

· Neemias 10:33­  "Para os pães da proposição, e para a contínua oferta de manjares, e para o contínuo holocausto dos sábados, das luas novas, para as festas fixas, e para as cousas sagradas, e para as ofertas pelo pecado, para fazer expiação por Israel, e para toda a obra da casa do nosso Deus."

· Ezequiel 45:17­  "Estarão a cargo do príncipe os holocaustos, e as ofertas de manjares, e as libações, nas festas, nas luas novas e nos sábados, em todas as festas fixas da casa de Israel:  ele mesmo proverá a oferta pelo pecado, e a oferta de manjares, e o holocausto, e os sacrifícios pacíficos, para fazer expiação pela casa de Israel."

· Oséias 2:11­  "Farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, os seus sábados e todas as suas solenidades."

Paulo usa o mesmo agrupamento em Colossenses 2:16.  Por que haveria alguém de torcer suas palavras para fazer com que significasse festas anuais quando ele fala de sábados?

Nota 4:
O significado espiritual do sábado

O dia do sábado era uma sombra da realidade espiritual trazida por Cristo (Colossenses 2:16-17).  O sábado significa descanso e libertação do trabalho:  Cristo trouxe o descanso e a libertação do pecado.  Jesus é o descanso para o qual a sombra do sábado apontava (Mateus 11:28-30).  Mesmo a libertação e o descanso que Jesus nos dá agora são apenas uma antecipação do descanso verdadeiro que os cristãos experimentarão no céu (Hebreus 4:9).

Nota  5:
Os primeiros cristãos adoravam no domingo

Duas passagens mostram claramente que os primeiros cristãos adoravam nos domingos:

· Atos 20:7­ "No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo que devia seguir de viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite." Notem que este dia era um domingo.  Os adventistas argumentam que esta reunião era na noite de sábado, mas as Escrituras dizem que era no primeiro dia da semana.  Notem também que o propósito da reunião deles era partir o pão.  Nesse trecho, e referindo a outras passagens (Atos 2:42;  1 Coríntios 10:16;  11:18-34),  está claro que isto se refere à Ceia do Senhor.  Os adventistas argumentam que eles se reuniram porque Paulo partiria no dia seguinte, mas o trecho diz que eles se reuniram para partir o pão.

· 1 Coríntios 16:1-2­  "Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às igrejas da Galácia.  No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for."  Os primeiros cristãos, aqui, contribuíam com seu dinheiro no primeiro dia da semana.  Por que seria feita a coleta no domingo, se os cristãos não se reunissem nesse dia?

Nota 6:
Respondendo a objeções

· Jesus guardou o sábado. Certamente que sim.  Jesus era um judeu nascido sob a lei (Gálatas 4:4) e portanto obedeceu a todas as leis do Velho Testamento.  Jesus foi circuncidado, ordenou a entrega de oferendas ao sacerdote, pela purificação, guardou a Páscoa, etc. (Lucas 2:21; 5:12-14; Mateus 26:18-19).  Mas quando Jesus morreu, ele inaugurou a nova aliança e revogou a velha.  Se o fato que Jesus guardou a Páscoa não prova que nós também deveríamos guardá-la, então o fato que Jesus guardou o sábado não prova que nós deveríamos guardá-lo também.

· Paulo guardou o sábado.  As Escrituras não ensinam isto.  Havia um número de ocasiões em que Paulo ensinou em sinagogas, no sábado (Atos 18:4, por exemplo).  O sábado era o dia quando as pessoas se juntavam na sinagoga e Paulo aproveitou-se dessas oportunidades para ensinar muitas pessoas.  Se eu tivesse permissão para ensinar lá, eu haveria de ir a assembléias adventistas todos os sábados.  Mas a ida de Paulo às sinagogas, para ensinar no sábado, não prova que ele guardou o sábado como um dia santo de descanso.

· Para sempre.  No Velho Testamento, o sábado era "por aliança perpétua nas suas gerações" e "entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre" (Êxodo 31:16-17).  Os adventistas argumentam que estes termos mostram que a guarda do sábado semanal nunca terminará (descansaremos no céu, também?).  Mas o verdadeiro significado de "para sempre" e "perpétua", neste trecho, é limitado por "nas suas gerações".  Estas expressões significam "duração de uma era".  Outros mandamentos do Velho Testamento foram "para sempre":  por exemplo, a Páscoa (Êxodo 12:24).  Muitos mandamentos do Velho Testamento foram "perpétuos":  a queima do incenso (Êxodo 30:21), o sacerdócio Levítico (Êxodo 40:15), as ofertas de paz (Levítico 3:17), a parte dos sacerdotes nos sacrifícios (Levítico 6:18, 22;  7:34, 36),  o sacrifício anual de animais pela expiação  dos pecados (Levítico 16:29, 31,34), etc.  Os adventistas, normalmente, não ensinam que sacrifícios de animais, queima de incenso ou a guarda da páscoa têm que ser continuados hoje;  porque, entã, deveriam eles argumentar que a guarda do sábado tem que ser continuada hoje?

· Jesus não veio para revogar a lei.  Mateus 5:17-18 diz: "Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas:  não vim para revogar; vim para cumprir.  Porque em verdade vos digo:  Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra."  Neste trecho, Jesus está ensinando que seu propósito não era contra a lei.  Ele não veio para demolir ou destruir a lei.  De fato, Ele era o cumprimento da lei.  A lei predisse a vinda de Cristo e a nova aliança que ele haveria de trazer.  Esta passagem não está, certamente, ensinando que cada "i" ou "til" da lei  obrigaria para sempre;  nem os adventistas afirmam isso.  Mas em vez disso, que toda a lei e os profetas haveriam de desempenhar suas funções propostas, até o seu cumprimento.

· Jesus disse para orarem para que sua fuga não fosse no sábado.  Mateus 24:20 diz: "Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado."  Nesse trecho, Jesus estava considerando a iminente destruição de Jerusalém.  Ele deu aos seus discípulos o sinal pelo qual eles poderiam saber quando a hora de fugir houvesse chegado.  E ele os aconselhou a orar para que sua fuga não viesse em um tempo difícil.  Havia várias razões porque seria mais difícil fugir no sábado.  Normalmente, os judeus trancavam as portas da cidade no sábado, e poderiam ser impedidos em sua fuga por judeus fanáticos; o sábado dificultaria a capacidade dos cristãos para comprar os mantimentos necessários para a fuga.  Quando Jesus os avisou para que orassem para que a fuga não fosse num dia de sábado ou no inverno, ele não estava admitindo que os cristãos deveriam guardar o sábado, mais do que deveriam guardar o inverno.

· O papa mudou o sábado. Quando os argumentos da Bíblia lhes falham, os adventistas gostam de tentar provar que os primeiros cristãos guardavam o sábado, mas que esta guarda foi mais tarde mudada para o domingo, pela igreja católica.  Mesmo descontando a evidência da Bíblia, esta afirmação pode ser desmentida historicamente.  Tanto Inácio como Justino Mártir se referem aos cristãos adorando no domingo e eles escreveram no segundo século, muito antes de haver um papa ou uma igreja católica.  Mas pesquisar através de documentos históricos é desnecessário.  A Bíblia decide a questão e isso deveria ser suficiente para aqueles que têm fé em Deus.

- por Gary Fisher
3ª Edição Brasileira Publicada em 1996
Traduzida por Arthur Nogueira Campos
Direitos Reservados

Meus votos é que Jesus abra sua mente para o entendimento para você e sua Família seja muito Abençoada muito mais do que já é Roberto Cabral
Site: www.pregadorrobertocabral.com

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Estudos e Temas





Guiados pelo Espírito Santo


A Libertação do Gadareno


A Conversão de Zaqueu


O Primeiro Milagre


A Cura dos Dez Leprosos


O Poder das Palavras


Davi e Bate-seba


Davi e Golias


As tentações de Cristo - 1


As tentações de Cristo - 2


As tentações de Cristo - 3


As tentações de Cristo - 4


As tentações de Cristo - 5


As tentações de Cristo - 6


As tentações de Cristo - 7


As tentações de Cristo - 8


As tentações de Cristo - 9


As tentações de Cristo - 10


Dia das mães


Andando sobre as águas


Cristo - acima das religiões


Cartas às Sete Igrejas da Ásia


Carta à Igreja de Éfeso


Carta à Igreja de Esmirna


Carta à Igreja de Pergamo


Carta à Igreja de Tiatira


Carta à Igreja de Sardes


Carta à Igreja de Filadélfia


Carta à Igreja de Laodicéia


Planos Egoístas


Utilize seu potencial - 1


Utilize seu potencial - 2


Utilize seu potencial - 3


Utilize seu potencial - 4


Utilize seu potencial - 5


Utilize seu potencial - 6


Utilize seu potencial - 7


Viajando juntos


O desafio de ser diferente


As raízes do cristão


Armados e vigilantes


A água viva


Os sonhos de Faraó


A arca de Noé


Ficar ou não - eis a questão


Moisés - de homicida a profeta


Orações não atendidas


Babel ou igreja?


A fé e a razão


Decepção precipitada


Abismos sucessivos


Maldições hereditárias


Louvor e Adoração


O Poder do Louvor


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A Origem do Nosso Louvor


O Propósito do Nosso Louvor


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O Que é Um Levita?


O Levita Comodista


A Condição Espiritual do Adorador


Louvor e Vida


Louvor e Ação


Esboço de Estudo sobre Louvor


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O batismo no Espírito Santo


O pregador do evangelho


A viagem e o destino


Os fundamentos do cristianismo


O veneno da serpente


A violenta paixão de Cristo


O conhecimento de Deus e a bíblia


A dor da solidão


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O que é um levita?


O levita comodista


Objetivos e planos



Indo além dos limites


A Muralha de Jericó


Liderança cristã


Melhorando sempre


Onisciência & oração


As cidades refúgio


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Israel


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Livres para louvar


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Caminho difícil, destino glorioso


A Páscoa


Ano 2000: será o fim?


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Ano Novo, Vida Nova


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Caim e Abel (esboço de pregação)


Esboços de pregação


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Pecado no Paraíso


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Fé na Bíblia - por quê e para quê?


A Fé e os Extremos


A Videira Verdadeira


Cartas às 7 Igrejas da Ásia


Os limites da lógica humana


O crescimento espiritual


Contaminação e santificação


Os efeitos da cruz


O ofício sacerdotal


Jugos diversos


Sansão e Dalila


O que Deus abomina


A oração de joelhos


A arte de calar


O Velho Testamento Hoje


O Cristão e o Sábado


O Ritual das Antigas Alianças


O Servo do Senhor


O Poder do Louvor


A Mulher Samaritana


Conflitos interpessoais


Orientações sobre o jejum


Testemunho Cristao


Os homens dos últimos dias


Santidade na adoração


O Perdão


A Arca da Aliança


Autoridade


Prosperidade


Salmo 23


Unidade


Amor e obra social


A Essência da Verdadeira Profecia


O Jovem Rei Amom


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O Engano de Gibeon


A Consumacao do Reino de Deus


A Natureza de Deus


Como Conhecer a Deus


O Deus Criador


Paradoxos da fé moderna


Encontros com o inimigo


(in)Gratidão


O Sol da Justiça


Fidelidade até a morte


O Perfume Precioso


O caminho de volta


O reino de Deus


Como entrar no reino de Deus


A serva de Naamã


O médico Jesus


A Parábola dos Talentos


Sementes e Frutos


As Duas Casas


Maria Madalena


O Rei Amom


Jesus Cura no Sábado


Vasos de Barro


Mudanças


Oportunidades e Armadilhas


Ouro e Fogo


A Muralha de Jericó - 2


A Heresia do Celibato Clerical


Essência e Atributos de Deus


O Culto Bíblico


O Dispensacionalismo


Ministérios Eclesiásticos


A Teologia das Epístolas


Quem Detém o Anticristo?


O Estado Intermediário dos Mortos


Psicologia Pastoral: O Ciclo Vital da Família


Filosofia da Religião: Renascença e Reforma Protestante


Influências do Judaísmo


Origem do mal


O Reino de Deus no Velho Testamento


Dois Discípulos na Contramão


O Quinto Evangelho


O Caminho e o Atalho


Segurança, Liberdade e Realização


O Pecado da Cobiça


Ovelhas Ameaçadas


O Crescimento do Cristão (2)


A Oração Modelo


Doze Homens e Uma Missão


O Novo Nascimento


O Poder da Semente


Liberdade Condicional


A Mulher Samaritana (2)


Veredas Antigas


O Dilúvio


Cristianismo em 3 níveis


O Dia da Mentira



O Cego de Jericó


A cura de Naamã


O fariseu e o publicano


Buscar a arca da aliança


O desafio de seguir a Cristo


A pesca maravilhosa


O líder cristão


O caráter de Deus na criação


O poder da palavra


Vidas sem forma e vazias


A autoridade do homem


A liberdade humana e seus limites


A instituição do casamento


O uso impróprio da palavra de Deus


A propaganda enganosa do pecado


As tentativas humanas p/ cobrir o pecado


A atração do pecado p/ os sentidos físicos


Duas sementes em conflito


Adão e Eva - expulsos do paraíso


O início da prática religiosa


O homem que andou com Deus


A obediência de Noé


O dilúvio - juízo sobre o mundo


A ineficácia das soluções humanas


A embriaguez de Noé


O pecado de Cão


Lições da Torre de Babel


A jornada de Abraão


A escolha de Ló


O significado da aliança


A aliança com Deus


Uma promessa sobrenatural


Atos de confirmação da aliança


Ismael - o filho da ansiedade


A paz de Cristo


Deus está presente


Os valores do evangelho


Os homens dos últimos dias


A conversão de Cornélio


A arca da aliança


Fidelidade até a morte


A liberdade cristã


Um profeta em fuga


Os jovens também se cansam


Lembra-te do teu criador


Progresso espiritual


Os caminhos do coração


A unção de Davi


A muralha de Jericó


Quem somos em Cristo


Jesus em Nazaré


A identificação de Deus


Filhos e soldados


A guerra do cristão


A palavra de Deus a Abraão


Deus muda o nome de Abrão e Sarai


Intimidade com Deus


Oferecendo o melhor para Deus


O casamento de Isaque e Rebeca


A venda da primogenitura


Nossos valores determinam nosso destino


A visão de pequeno alcance


Administrando conflitos


O entulhamento dos poços


Cavar é preciso


A viagem de Jacó


Conflitos conjugais


A experiência de Jacó


Problemas familiares


Sobe a Betel e habita ali


Reconciliação com Deus


A história de José do Egito


José - símbolo de Cristo em Gênesis


A questão do jugo desigual


José na casa de Potifar


Tempo de Deus


Sabedoria para vencer a necessidade


Delegação de autoridade


A relação entre José e seus irmãos


A bênção de Jacó sobre seus filhos


O lírio entre os espinhos


A igreja


O Testemunho cristão


Salmo 1


Estudo sobre a fé


O sentido da vida


O tabernáculo judaico


A parábola do filho pródigo


A persistência do inimigo


O obreiro - um vaso de honra


O que é ser um cristão


A comunhão dos cristãos


A relação entre o homem e Deus


Moisés - um missionário


Onde está o Deus de Elias?


Jonas - um homem no fundo do poço


O compromisso do cristão


O jugo de Jesus


A Jornada de Abraão


A Jornada de Abraão (2)


A Jornada de Abraão (3)


Seguidores de Cristo


Isaque - O Filho da Promessa


Isaque - O Filho da Promessa (2)


Isaque e Rebeca


Isaque e Rebeca (2)


O Servo de Abraão


Esaú e Jacó


O Bezerro de Ouro


Vasos de Honra


Orientação Nutricional



Resumo de hermenêutica


A doutrina da predestinação


Período interbíblico


O Apóstolo Pedro


Análise do Livro de Eclesiastes


Análise do Livro de Eclesiastes - segunda parte


Como preparar esboços e sermões


Tipologia de Cristo no Livro de Gênesis


Análise Textual de I Pd. 2.13 a 3.12


Questionário sobre o Evangelho de João


O Pastor e o Mercenário


Davi - Ungido para reinar


Tudo Posso. Será?


Metamorfose


Orações Materialistas


Vestes Sacerdotais


Vasos Quebrados


Tempo, Propósito e Atitude


Alegoria do Fruto


A Saga do Trigo


O Rico e o Lázaro


As Guerras e Vitórias do Cristão


A Felicidade dos Justos


A Figueira Infrutífera


Jesus Lava os Pés dos Discípulos


Perguntas Sem Respostas


A Mulher Samaritana (3)

Canal do Youtube.

Ministrações do Evangelho | Canal no Youtube.

Devocional diário com Jesus Cristo.

Devocional diário | Versículo do dia

todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual existem todas as coisas, e por ele nós também.

1 Corintios 8.6

Deus é fiel !

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Louvores de adoração | As mais tocadas.

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Deus é fiel !!!

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