28 - ESBOÇO DE PREGAÇÃO
TEMA: O
verdadeiro rico
Texto chave: Provérbios 13:7. Há
quem se faça
rico, não tendo coisa
alguma; e quem se faça
pobre, tendo grande
riqueza.
Introdução:
Na Bíblia, Lázaro é o
mendigo protagonista da famosa parábola do Homem Rico e Lázaro (Lucas
16:19-31). Seu nome Lázaro tem origem hebraica a partir do termo El'azar (ou
Eleazar), que significa "Deus ajudou" ou "o socorrido por
Deus". É um nome com forte apelo espiritual e bíblico, simbolizando a
superação e a fé. Ele representa os marginalizados e pobres. A narrativa mostra
ambos morrendo; Lázaro vai para o "seio de Abraão" (céu), enquanto o
rico sofre tormentos e pede ajuda ao mendigo. O Rico e Lázaro: A História por
Trás do Abismo... aqui os judeus comuns, os judeus que não eram da classe
sacerdotal, os judeus mais pobres eles viviam na miséria, este abismo entre os
dois ilustra a dura realidade dos judeus mais pobres daquela época, que
enfrentavam uma exclusão profunda, sem acesso aos privilégios da elite
sacerdotal.
A Bíblia menciona que
Lázaro estava coberto de chagas para destacar sua extrema pobreza e sofrimento.
Na parábola, esse detalhe serve para mostrar o forte contraste entre a vida dos
dois personagens: O sofrimento de Lázaro: Ele ficava no portão do homem rico,
faminto e cheio de feridas expostas, a ponto de os cães virem lamber suas
chagas. A indiferença do rico: O homem rico vestia roupas caras e banqueteava
todos os dias, mas ignorava completamente a dor de Lázaro que estava à sua
porta.
Esse cenário prepara a
reviravolta da história após a morte de ambos, onde Lázaro é consolado e o rico
é punido por seu egoísmo. Em Lucas 16:19-3 a comida que o rico jogava fora era
a melhor refeição de Lázaro. Além disso, Lázaro sofria segundo. O Evangelho, de
Lucas, vemos que um pobre, chamado Lázaro, cheio de feridas, estava no chão, à
porta do rico. Aqui estão os dois pontos detalhados sobre o contexto da
parábola:
O significado dos cães na
época Animais impuros: No contexto judeu antigo, cães de rua eram vistos como
animais sujos e selvagens, não como bichos de estimação amorosos. Humilhação
máxima: Os cães lamberem as feridas de Lázaro mostra que ele estava tão fraco e
vulnerável que não conseguia sequer espantá-los. Contraste de compaixão:
Ironicamente, os cães de rua davam mais atenção a Lázaro do que o próprio homem
rico, evidenciando a total indiferença humana.
O DESTINO DELES APÓS A MORTE MUDA COMPLETAMENTE A SITUAÇÃO SOCIAL E
ESPIRITUAL DE CADA UM DE FORMA IMEDIATA.
·
O consolo de Lázaro: Isaías 43:1, Mas agora, assim diz o Senhor que te criou, ó Jacó, e
que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome,
tu és meu. O mendigo morre e é levado pelos anjos para o "seio de
Abraão", um lugar de paz, honra e conforto eterno.
·
O tormento do rico: O homem rico morre, é sepultado e vai para o Hades (lugar dos mortos),
onde sofre intensamente em chamas. Provérbios 10:7. A memória do justo é
abençoada; mas o nome dos ímpios apodrecerá.
·
O abismo intransponível: A parábola afirma que existe uma grande fenda
entre os dois lados, impedindo qualquer passagem ou alívio tardio para o rico.
AS TRÊS LIÇÕES PRINCIPAIS QUE JESUS QUERIA ENSINAR COM ESSA PARÁBOLA
O significado teológico do
termo "seio de Abraão". "Lugar de honra: Na cultura judaica,
reclinar-se no peito ou seio de alguém em um banquete indicava extrema
intimidade e favor. Acolhimento espiritual: Estar com Abraão, o pai da fé,
significava que Lázaro foi reconhecido como um verdadeiro filho de Deus. Paraíso
temporário: O termo representava a seção de paz no reino dos mortos, onde os
justos aguardavam a ressurreição. Justiça divina: O mendigo, que antes desejava
apenas migalhas da mesa do rico, agora banqueteia na presença dos patriarcas.
AS 3 LIÇÕES PRINCIPAIS DA PARÁBOLA
·
A riqueza cega: O pecado do rico não foi ter dinheiro, mas sim a total indiferença e falta
de amor com quem sofria ao seu lado. Mateus 22:39. E o segundo,
semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. é o segundo
maior mandamento. Ele nos ensina que o amor ao próximo é a extensão natural do
amor a Deus e da compreensão do nosso próprio valor. Tiago 4:17 diz:
"Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado". O
pecado do rico falta de amor.
1 João 2:8-11 Contudo é um
novo mandamento que vos escrevo, o qual é verdadeiro nele e em vós; porque as
trevas vão passando, e já brilha a verdadeira luz.
9 Aquele que diz estar na
luz, e odeia a seu irmão, até agora está nas trevas.
10 Aquele que ama a seu
irmão permanece na luz, e nele não há tropeço.
11 Mas aquele que odeia a
seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas, e não sabe para onde vai; porque
as trevas lhe cegaram os olhos.
·
A suficiência da Bíblia: No fim, o rico pede para avisar seus irmãos
vivos, mas Abraão responde que eles já têm as Escrituras ("Moisés e os
Profetas") para saber como agir.
·
A eternidade é fixa: A história deixa claro que não existe uma segunda chance ou mudança de
destino após a morte.
Em Resumo:
Não
era por ser rico que o faria ser condenado ao tormento eterno foi o egoísmo a
fata de amor a compaixão, a empatia, a falta de a amor ao próximo,
foi o que mais pesou, ele não cumpria o segundo maior mandamento, onde Jesus
resumiu a Lei e os Profetas, dos dez mandamento, o próprio Cristo dar um novo
mandamento, amarais o Senhor teu Deus de todo teu entendimento. Este é o
primeiro e maior mandamento, registrado tanto no Antigo Testamento em
Deuteronômio 6:5, quanto citado por Jesus no Novo Testamento em Mateus 22:37,
Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a
tua alma, e de todo o teu entendimento. Ele nos convida a entregar a
totalidade do nosso ser — coração, alma e entendimento — a Deus.

